O que vai pela política de Canavieiras – 18 - Tupi Martim

Resumo

segunda-feira, 12 de março de 2018

O que vai pela política de Canavieiras – 18

Terça, 13 de Março de 2018


Canalhice versos política

  Canalhice e política costumam andar de mãos dadas. Ser canalha facilitaria a ação política, dizem por aí. Também se ouve que ser político seria sinônimo de canalha.

  Quem teria sido, no passado, o mais canalha dos políticos de Canavieiras? E quem o seria nos dias de hoje?

  Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, daí a pergunta mais sensata talvez fosse “Na nossa política já existiu algum canalha?”

1º prefeito, 1º canalha?

  A “prova” mais antiga de canalhice na política local seria a de uma ata “fria” que se lavrou aqui, para se forjar o resultado de uma eleição de 120 atrás.

  O autor intelectual da fraude foi Antonio Salustiano Viana, primeiro prefeito de Canavieiras, para beneficiar o senador Severino Vieira, seu correligionário.

  O autor da ata fria foi o escritor Afrânio Peixoto, que confessou o crime nas memórias que deixou para a posteridade, e com base no que se pode formular a pergunta: – Teria sido nosso primeiro prefeito o nosso primeiro político canalha?

Minha parte na “puba”

  Conta-se que em uma reunião política, em tempos não tão recuados assim, certo vereador teria dito em alto e bom som que “o que eu quero ver logo aqui é a minha parte na puba”.

  O prefeito de então estava disposto a “gratificar” os bravos representantes do povo para que aprovassem matéria de seu especial interesse.

  Foi quando aquele edil mais destemido e guloso se referiu a puba, ato contínuo levando o braço à frente, esfregando o polegar e o indicador…

Canalhice com ética

  O canalha ético que “se vendeu” por 500, foi “comprado” no dia D por 1.000 por outro grupo político, e que devolveu ao primeiro grupo os 500 que já tinha embolsado.

  O caso do carro do juiz que subiu pelos ares quando uma banana de dinamite explodiu embaixo dele na madrugada de certo dia do final dos anos 1950.

  A recontagem de votos que nunca houve, porque as cédulas sumiram das urnas, mesmo as urnas estando trancadas no cofre do Banco do Brasil.

Canalhices à mão-cheia… 

Fonte: Tabu Online 
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